Manutenção Predial
Manutenção predial corporativa sem paradas não programadas
Somos referência nacional em manutenção predial: técnicos próprios — residentes ou volantes — que conhecem sua planta pelo nome. Preventiva, preditiva e corretiva sob SLA contratual, com evidência técnica de cada intervenção e um engenheiro respondendo por você.

Por que operações críticas escolhem a Álamo
SLA contratual medido
Prazos de atendimento e de solução definidos por criticidade do ativo, apurados chamado a chamado e publicados em relatório mensal.
Técnicos próprios multidisciplinares
Eletricistas, mecânicos de refrigeração, encanadores, técnicos de automação e oficiais de manutenção civil sob um único contrato e um único responsável técnico.
Plano de manutenção por ativo
Periodicidade definida por manual do fabricante, criticidade e norma técnica, formalizada em programa e checklists digitais, como orienta a ABNT NBR 5674.
Rastreabilidade documental
Ordens de serviço, ART, laudos, as-built e histórico de falhas organizados para auditoria, seguro e renovação de licenças.
Resultados em operações como a sua
Edifício corporativo multiandar
Equipe residente cobrindo elétrica, hidráulica, climatização e reparos civis, com atendimento em minutos e rondas técnicas diárias registradas.
Planta industrial
Manutenção de utilidades e infraestrutura de apoio à produção, com janelas programadas fora do turno produtivo e análise de causa raiz das falhas recorrentes.
Rede de lojas e filiais
Time volante nacional, abertura de chamados em canal único, padronização de procedimentos e SLA diferenciado por região e criticidade.
Perguntas frequentes
Sobre manutenção predial
Manutenção predial não é o conserto do que quebrou: é a gestão do ciclo de vida de cada sistema da edificação. A ABNT NBR 5674 define manutenção como o conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da edificação e de suas partes constituintes — e atribui ao proprietário ou ao responsável pelo uso o dever de implantar um programa formal, com previsão de recursos, registros e responsável técnico. Isso muda a natureza da conversa: o plano de manutenção é uma obrigação técnica documentada, não uma linha de custo discricionária.
A ABNT NBR 15575 introduziu no Brasil o conceito de vida útil de projeto, sempre condicionada à execução da manutenção prevista. Ou seja: a durabilidade esperada de revestimentos, impermeabilizações, instalações elétricas e hidrossanitárias só se sustenta se as intervenções periódicas descritas no manual de uso, operação e manutenção — normalizado pela ABNT NBR 14037 — forem efetivamente executadas e registradas. Sem esse registro, a discussão de garantia, seguro e responsabilidade técnica fica sem lastro.
A Álamo opera esse ciclo com técnicos próprios de manutenção predial, HVAC, elétrica e hidráulica alocados no contrato — modelo diferente da terceirização de serviços de conservação. O foco é engenharia de manutenção: inventário e criticidade dos ativos, plano preventivo por equipamento, inspeção preditiva, análise de falhas e recomendação de investimento. Serviços de obra sob demanda — SPDA, termografia, retrofit, pintura, ajustes de layout e subestações — são acionados dentro do mesmo contrato quando o diagnóstico aponta necessidade.
O diferencial técnico que o cliente sente na operação
Inventário, criticidade e o que realmente entra no plano
O primeiro entregável de um contrato sério é o cadastro técnico dos ativos: identificação, localização, dados de placa, fabricante, ano, condição atual e criticidade para o negócio. A criticidade combina impacto da falha (segurança, receita, imagem, conformidade legal) com probabilidade e detectabilidade — a mesma lógica da análise de modos e efeitos de falha (FMEA) consolidada na IEC 60812. É esse ranking, e não a rotina herdada da administração anterior, que define quais equipamentos merecem preventiva mensal, quais entram em monitoramento por condição e quais podem operar até a falha com baixo impacto.
Manutenção centrada em confiabilidade aplicada a edificações
A RCM (Reliability Centered Maintenance), estruturada originalmente no setor aeronáutico e formalizada pela SAE JA1011 e pela IEC 60300-3-11, pergunta para cada ativo: quais funções ele exerce, como pode falhar, quais são as consequências e qual tarefa proativa é tecnicamente aplicável e vale a pena. Trazida para a edificação, a RCM evita os dois extremos caros: o excesso de preventiva em ativos irrelevantes e a ausência de qualquer monitoramento em ativos que param a operação.
Indicadores que sustentam o orçamento anual
Disponibilidade, MTBF (tempo médio entre falhas), MTTR (tempo médio de reparo), backlog de manutenção, relação entre horas preventivas e corretivas e custo de manutenção por metro quadrado são as métricas que permitem defender orçamento com dado, e não com percepção. A norma ABNT NBR ISO 55001, de gestão de ativos, formaliza esse encadeamento entre objetivos do negócio, plano de gestão de ativos e evidência de desempenho — é o arcabouço que usamos na estruturação dos relatórios mensais.
Inspeção predial como fotografia inicial e periódica
A ABNT NBR 16747 normalizou a inspeção predial no Brasil: uma avaliação sistêmica das condições técnicas, de uso e de manutenção da edificação, com classificação de anomalias e falhas por grau de risco e recomendação de prioridades. Utilizamos a inspeção como marco zero do contrato e como revisão periódica do plano, o que dá ao gestor um documento técnico defensável perante seguradora, condomínio, conselho ou matriz.
