HVAC e Ar Condicionado
HVAC corporativo com eficiência energética e PMOC em dia
Climatização é o maior consumidor de energia do seu prédio e o primeiro a derrubar a operação. Cuidamos de chillers, VRF, self contained, fancoils, dutos e exaustão com PMOC em dia, ar interior sob controle e economia que aparece na conta de luz.

Por que operações críticas escolhem a Álamo
Consumo sob controle
Ajuste de setpoints, limpeza de trocadores, análise de vazão e comissionamento contínuo — com medição antes e depois, sem promessa de percentual genérico.
PMOC dentro da lei
Plano de Manutenção, Operação e Controle com responsável técnico, execução registrada e documentação disponível para fiscalização, conforme a Lei 13.589/2018.
Ambientes críticos
Data centers, salas técnicas, laboratórios e ambientes assistenciais com redundância verificada, plantão 24x7 e peças críticas mapeadas.
Gestão de fluido refrigerante
Controle de vazamentos, recolhimento e destinação conforme legislação ambiental e compromissos do Protocolo de Montreal e da Emenda de Kigali.
Resultados em operações como a sua
Central de água gelada
Operação assistida de chillers, torres e bombas com telemetria, análise de eficiência em kW/TR e plano de comissionamento contínuo.
Data center
Climatização de precisão com contingência testada, controle de temperatura e umidade nas faixas recomendadas pela ASHRAE TC 9.9 e resposta a incidentes em minutos.
Parque de VRF distribuído
Rede de unidades em múltiplas filiais com procedimento padronizado, inventário por equipamento e histórico consolidado nacionalmente.
Perguntas frequentes
Sobre hvac e ar condicionado
Climatização é, na maioria dos edifícios comerciais, o maior bloco isolado de consumo elétrico — e também o sistema com maior impacto direto sobre produtividade, saúde ocupacional e continuidade de operações críticas. A ASHRAE, referência técnica internacional do setor, publicou a Standard 180 justamente para transformar manutenção de HVAC em prática inspecionável, com tarefas, periodicidades e registros definidos, em vez de rotina informal delegada ao técnico de plantão.
No Brasil, o arcabouço é igualmente objetivo: a Lei 13.589/2018 obriga o PMOC em edifícios de uso público e coletivo; a ABNT NBR 13971 trata da manutenção de sistemas de refrigeração, condicionamento de ar e ventilação; a ABNT NBR 16401 estabelece parâmetros de projeto, conforto térmico e qualidade do ar interior; e a Resolução ANVISA RE 09/2003 fixa padrões referenciais de qualidade do ar em ambientes climatizados de uso público e coletivo.
A prática da Álamo une as duas frentes: conformidade documental impecável e engenharia de desempenho. Medimos consumo por equipamento, comparamos o comportamento real com a curva esperada, atacamos as causas de perda — incrustação em trocadores, vazão inadequada de água gelada, carga de fluido incorreta, setpoint mal ajustado, dampers travados — e reportamos o efeito de cada intervenção com dado de campo.
O diferencial técnico que o cliente sente na operação
Onde o desperdício realmente se esconde
A degradação de desempenho em sistemas de expansão indireta raramente vem de uma falha visível. Ela se acumula em incrustação nos trocadores, aproximação térmica crescente em torres de resfriamento, vazão desbalanceada nos circuitos de água gelada, carga de refrigerante fora de especificação e controle operando em modo manual desde a última emergência. Cada item isoladamente parece pequeno; somados, deslocam o sistema para longe do ponto de melhor eficiência projetado.
Comissionamento contínuo e não apenas manutenção
A literatura técnica de eficiência energética distingue manutenção de commissioning: manter é preservar a função; comissionar continuamente é verificar periodicamente se o sistema entrega a função pretendida pelo projeto, nas condições reais de operação. O ciclo prático é medir, comparar com a referência de projeto, corrigir e documentar. Sem essa camada, é comum um parque com manutenção em dia operar cronicamente acima do consumo esperado.
Ventilação, renovação de ar e o pós-pandemia
A ASHRAE Standard 62.1 estabelece as taxas mínimas de ventilação para qualidade aceitável do ar interior, e o debate sobre transmissão de patógenos por aerossóis reforçou a atenção sobre renovação de ar, filtragem e monitoramento de CO₂ como indicador indireto de ventilação por ocupante. Em edifícios corporativos, tratar renovação como variável de projeto — e não como perda térmica a ser cortada — passou a ser parte do escopo técnico do contrato.
Refrigerantes, regulação ambiental e planejamento de parque
A eliminação progressiva dos HCFCs sob o Protocolo de Montreal e a redução gradual dos HFCs pela Emenda de Kigali tornam a escolha do fluido uma decisão de horizonte, não de conveniência. Isso afeta diretamente o plano de substituição do parque: manter equipamento com fluido em descontinuação significa risco crescente de indisponibilidade e custo de gás. Esse mapeamento entra no plano plurianual que entregamos ao cliente.
